Quando o mundo desacelera e o tempo lá fora convida ao recolhimento, permanecem apenas as sensações mais íntimas.
Ao deixar o excesso para trás, descobrimos o verdadeiro luxo de existir, onde o tempo se dilui, e o cotidiano se dissolve em quietude, pausa e presença.
Entre silêncios, começa o inverno.
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